quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Melissa EU! Há 30 anos ditando tendências, a sandália top fashion ganha exposição


Imagine juntar gente descolada, sapatos, moda e festa? Foi justamente isso que aconteceu na noite desta terça-feira, 27, em um casarão de luxo, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Toda essa mistura, foi em função da inauguração da exposição "Melissa EU", que comemora os 30 anos da famosa sandália de plástico que surgiu no final da década de 70.

A exposição é aberta ao público a partir desta quarta-feira, 28, e vai até dia 15 de novembro. A entrada é gratuita.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Não faça isso! Conheça os 10 erros que podem arruinar o seu relacionamento


O namoro não deu certo, vocês terminaram e, antes de dormir, você abraça o travesseiro e se pergunta baixinho: "Onde foi que eu errei?". O Bolsa de Mulher conversou com algumas psicólogas que listaram os erros mais comuns que as mulheres cometem em um relacionamento. Abra o olho!
1. Fingir que está tudo bem
quando não está: Quando ele pergunta: 'O que foi?' e respondemos: 'Não foi nada'. Os homens são literais e objetivos, não entendem entrelinhas. "Para eles, nada é nada - estejamos emburradas, com a cara amarrada ou não. É simples assim", ensina a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
2. Fazer uma crítica atrás da outra: "Os homens (e as mulheres também) são muitas vezes motivados pelo reconhecimento. Esperar o momento para elogiar quando ele fez algo certo é melhor do que criticá-lo pelos erros", lembra a psicóloga Karen Camargo.
3. Achar que ele tem bola de cristal: "Esperar que o parceiro adivinhe nossas necessidades ao invés de pedir diretamente", sinaliza Karen Camargo, apoiada pela colega Thays Araújo. "A comunicação é essencial. Ter um diálogo franco e aberto é importante para esclarecer os mal-entendidos, expressar pensamentos e desejos. Isso facilita a intimidade e proporciona maior cumplicidade ao casal. O
casal precisa conversar sobre o que vive. Sempre haverá conflitos e eles poderão ser resolvidos se os parceiros encontrarem um momento para falar e ouvir", explica Thays Araújo.
4. Competir com a sogra: "É um grande erro simplesmente porque são amores diferentes. Pense no coração compartimentado com gavetinhas, onde cada gavetinha é para uma pessoa. Esvaziar outras não fará a sua ficar mais cheia: o máximo que você pode fazer para encher a 'sua' é ser uma pessoa melhor. E vale lembrar que você pode se tornar a ‘ex', mas a mãe dele sempre será mãe", explica a psicóloga Sabrina Dotto Billo.5. Contar tudo tim-tim por tim-tim: "Um pouco de privacidade é essencial. Algumas partes da nossa história são íntimas e pessoais, e não é porque não compartilhamos com o parceiro que deixamos de ser sinceras no relacionamento. É questão de autopreservação. Quando o assunto é relação anterior, o cuidado deve ser ainda maior, pois nesse quesito, o menos é sempre mais", esclarece a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
Você entende os homens? Faça o teste!
6. Encarnar a Dra Sabe Tudo: "É um erro achar que conhece tudo sobre o parceiro. A gente não conhece uma pessoa 100%,
mesmo depois de muito tempo de relacionamento. Quando achamos que sabemos tudo o que o parceiro pensa ou deseja, deixamos de perguntar o que ele realmente quer e isso pode gerar muitos desentendimentos. Conhecer a pessoa com um olhar é possível, mas não é garantia de que você irá acertar sempre. Pressupor é mais arriscado do que confirmar o que o parceiro deseja no momento", explica a psicóloga Thays Araújo.7. Dizer que perdoou, mas não perdoou nada: "Quando dizemos que o perdoamos por qualquer coisa e esperamos o momento de "devolver" na mesma moeda ou jogamos na cara numa discussão, não demonstramos coerência", lembra a psicóloga Sabrina Dotto Billo.
8. Descuidar dele: "Os homens precisam ser cuidados. Eles esperam que as mulheres façam por eles coisas que os façam se sentir especiais: comprar aquela sobremesa que ele gosta, elogiar, cuidar quando estão doentes, se preocupar com a sua vida em geral", afirma a psicóloga Karen Camargo.9. Achar que pode resolver tudo sozinha: "O maior erro é a mulher achar que ela pode ser a única ou a maior responsável pelo relacionamento. Uma relação só existe a dois, portanto, cada um tem sua parcela de responsabilidade nos erros e acertos da relação. Cabe aos dois encontrar os ajustes necessários", explica a psicóloga Thays Araújo.10. Fazer pouco das fraquezas dele: "A regra geral é exaltar as qualidades e ter respeito para com as fraquezas. E ajudar a melhorar se o parceiro quiser ajuda. Se ele confessou algo para você (por exemplo, que não gosta de ser baixinho, narigudo, é ruim nos esportes ou não tem sucesso no trabalho) é porque ele confiou em você. Ele vai se sentir tripudiado toda vez que você ‘tocar na ferida' e vai pensar duas vezes antes de contar alguma coisa novamente", finaliza Sabrina Dotto Billo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Fios de diamante


A onda agora são os diamantes feitos a partir de fios de cabelo

Tal processo só é possível porque a queratina, uma das substâncias presentes na estrutura capilar, é composta por até 50% de carbono - material que constitui os diamantes.
O procedimento chamado HPHT (High Pressure, High Temperature) funciona assim: primeiro, o cabelo é levado a um forno especial em uma temperatura elevada para a extração do carbono. Depois o material adquirido é prensado até se transformar em uma pastilha de carbono, que mais tarde é submetida à pressão equivalente a 45 mil atmosferas e temperatura entre 1.500 °C / 1600 °C. O resultado? Um diamante com as mesmas características físicas, químicas e óticas de uma pedra extraída da natureza.
No Brasil, a Brilho Infinito é expert em usar a tecnologia para a produção das joias feitas com fio capilar. "As mechas de cabelo recolhidas dos clientes aqui são enviadas para a Espanha onde o processo de transformação e produção acontece", explica Elsen Russo, consultora da empresa.
O tempo para a finalização do produto varia de acordo com o tamanho e a cor do diamante escolhido por cada cliente. "As peças levam de 90 a 120 dias para ficarem prontas. A cor da joia independe da cor do cabelo que serve apenas como matéria-prima. Se o cliente quiser pode até combinar mechas de duas ou mais pessoas na mesma peça. Depois é só escolher entre os tons incolor, champanhe e azul e o formato da lapidação", conta Elsen.
Enfrentando diversas discriminações e adaptações em relação aos “afazeres puramente femininos”, como cuidar de casa e da família, a mulher conseguiu superar suas dificuldades e ainda administrar seu tempo a favor de suas atividades, para que as questões familiares não entrem em conflito com questões profissionais e sociais. A mulher ainda é alvo de grande discriminação por aqueles que ainda acreditam que “lugar de mulher é no fogão” e por isso enfrenta o grande desafio de mostrar que apesar de frágil é ainda forte, ousada e firme na tomada de decisões, quando necessário. A mulher tem marcado as últimas décadas mostrando que competência no trabalho também é um grande marco feminino. Apesar de ser taxada como sexo frágil, a mulher tem se mostrado forte o bastante para encarar os desafios propostos pelo mercado de trabalho com convicção e disposição. A fragilidade da mulher, ou melhor, a sensibilidade da mulher tem grande colaboração nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade, pois, como é sabido, o mundo passa por transformações rápidas e desastrosas que precisam de mudanças imediatas. A mulher consegue transmitir a importante e dura tarefa de mudar hábitos com a clareza e a delicadeza necessária para despertar o envolvimento de cada indivíduo e a importância da mudança de cada um. O avanço feminino frente à política e economia ainda mostra a força da mulher em perceber e apontar os problemas tendo sempre boas formas de resolvê-los assim como os indivíduos do sexo masculino, o que evidencia o erro de descriminar e diminuir o sexo feminino privando-o a apenas poucas tarefas (domésticas). A realidade vista pelo crescimento do espaço feminino tem sido percebida pela participação das mesmas em diferentes áreas da sociedade que lhe conferem direitos sociais, políticos e econômicos, assim como os demais indivíduos do sexo oposto.
Por Gabriela Cabral